quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Frida lança o clipe de "Quando o Amor Acaba"

Foto: Globs Pereira Fotografia

Após a indicação de seu álbum de estreia no Prêmio Açorianos de Música em 2015, Frida lançou os singles de “De Olhos Fechados” e “Pena de Mim”, gravados nos Estados Unidos durante o projeto Converse Rubber Tracks Worldwide em 2016, com a produção de David Minehan (Aerosmith, Replacements).

Lançando o novo clipe “Quando O Amor Acaba”, o grupo trabalha em novas composições e anuncia novo álbum para 2018.

Frida é Sandro Silveira (guitarra e voz), Andriel Cimino (guitarra), Marcelo Acosta (piano/synths) Vinicius Braga (baixo) e Luis Mausolff (bateria).

Pacamã - Antes Aqui Era Tudo Mato





















Que formas pode levar o prazer? É exclusivamente a província de serenidade e pensamentos felizes? Ou é possível que o confronto político e o desconforto sejam ainda mais poderosos para provocar prazer? Se houver algo que une a música é a ideia de que a beleza estética e a diversão podem vir de lugares improváveis ​​e de fontes estranhas, seja os sons arquivísticos dos protestos ou o de uma máquina de lavar. Talvez o ímpeto da música experimental seja desafiar tudo.

Antes Aqui Era Tudo Mato funciona como um "catálogo de fotografias", uma estranha descrição para um laboratório corporativo de instintos sonoros. Suas composições nostálgicas e suaves devem ser como pequenos instantâneos que evocam reminiscências e anseios. A experiência de audição que ele oferece no inverno muitas vezes se sente extremamente tátil e o clima é exuberante e úmido e sonhador. E ele faz algo que parece tão improvável com laços de melodias e ruídos cruéis, ele oferece músicas de amor cotidiano que só acontecem para tocar seus ouvidos.

O disco da Pacamã é tudo sobre dividir os átomos dentro das músicas, rompendo todos os elementos sônicos para que eles se separem enquanto ainda se sobrepõem. Na dislexia experimental você pode assistir as músicas se fundirem e se desconectarem em tempo real. Cada momento se sente como um estado alterado, e a maioria deles também induzem a mudar sua perspectiva sobre o que exatamente constitui uma música. 

Capa: Thiago Mata

[Lançamento]: Electric Lo Fi Seresta, Interstellar Motel Radio







































Existem certas bandas que, quando as ouço pela primeira vez, posso dizer imediatamente "PQP, definitivamente". De alguma forma, algo simplesmente clica imediatamente, e eu quero ouvir tudo o que eles têm. Tal foi o caso ao ouvir Interstellar Motel Radio da ELS.

Concebido inicialmente como um projeto paralelo de Guilherme Almeida - vocalista e guitarrista da veterana banda indie carioca The John Candy - o Electric Lo-Fi Seresta traz em Interstellar Motel Radio algo que o título já insinua: oito canções variadas com um certo apelo pop e angustiado nas melodias, com texturas atmosféricas e harmonias etéreas que remetem a alguma estação de rádio AM imaginária, cuja frequência teria se perdido em interferências de alguma estação espacial alienígena. 

Como "See You Again" fecha o álbum, fica claro que esta é uma ótima banda para ouvir sozinha em um dia caloroso. Seus sentimentos descontraídos e reflexivos são perfeitos se de repente você se encontra tendo "outro dia extra" em suas mãos.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Enema Noise - Eventos Inevitáveis

Foto: Jonas Barbilhos

Às vezes, pode ser um pouco conveniente demais. O trabalho artístico, o nome da banda, as influências... Oh, você é um adolescente fazendo música no seu quarto? Oh, você se chama Enema Noise? Oh, você soa como Fugazi, The Dismemberment Plan e Crystal Antlers ?! Ocasionalmente, no entanto, o cerne está bem e verdadeiramente no nosso rosto, pois o que se segue revela-se realmente muito bom, de fato ...

Eventos Inevitáveis é todas essas coisas acima, mas, afinal, muito mais. O novo disco da Enema Noise é uma explosão inquieta, impulsiva e completamente contagiosa de rock de garagem cru com auxílios do post-hardcore que pode simplesmente varrer você. Gravado como a antítese para sua cena local de Brasília, a banda criou uma pequena joia , todas as linhas de guitarra e os vocais granulados  que rasgam o coração dessas dez músicas.

Desenvolvido para uma camada revestida com doces tão doces como um pedaço de rocha. A boa notícia - não importa o seu sabor confitado de escolha, o lançamento é tão singularmente bonito que é provável que encante qualquer pessoa com gula ou apenas uma propensão ao barulho.






































TAUNTING GLACIERS LANÇA VIDEOCLIPE E ANUNCIA NOVO EP

Foto: Roberto de Lucena

A banda catarinense Taunting Glaciers divulgou nesta segunda-feira (28) o videoclipe de "The Swan Song", que faz parte do EP digital “Eulogy Maker / The Swan Song”, que será lançado pela gravadora paulista Hearts Bleed Blue (HBB) no próximo mês.

O videoclipe foi feito pelo casal de integrantes da Taunting Glaciers, Roberto de Lucena e Lola Belli. As belas imagens que compõem “The Swan Song” foram gravadas em uma fazenda em Benedito Novo, município que fica a 70 quilômetros de Blumenau. O local também foi cenário para a gravação das duas faixas presentes no novo EP. “Para mim é um vídeo especial, porque conta pela primeira vez com a participação do nosso filho, o Dodô. As imagens e a edição são bem despretensiosas, mas combinam com a simplicidade da gravação, que foi feita apenas em dois canais”, explica Roberto.

O vocalista conta ainda que a letra de “The Swan Song" é uma reflexão sobre como dar continuidade à banda, tendo em vista todas as dificuldades que o projeto apresenta. Segundo Roberto, a faixa também revela um novo caminho para a Taunting Glaciers. “Uma sonoridade diferente que vem mais de encontro ao momento que vivemos hoje, desde pessoalmente até em relação ao que estamos escutando. Novas composições já estão tomando forma, mas por ora vamos aproveitar a energia desse lançamento para fechar esse ciclo da forma mais sincera e positiva”.






























segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Youth Veins - In-Between





































Durante a minha pausa para o almoço no local de trabalho, abri meu telefone, dei play nesse disco e escrevi aleatoriamente um monte de palavras sobre o que eu faria se pudesse viajar no tempo. O primeiro pensamento que eu tive era voltar no tempo para ir a um monte de shows anteriores de minhas bandas favoritas. Não seria ótimo? Embora, se todos pudessem viajar no tempo, eles fariam o mesmo? A outra ideia era fazer uma versão mais jovem de mim mesmo e ouvir muitas músicas de décadas passadas. É muito interessante quando ouço músicas que imediatamente me descrevem em ocasiões da minha vida. ‘’In-Between’’ é cheio de canções como esta.

Eu não sou ingênuo o suficiente para acreditar que ouvir este álbum enquanto eu fosse mais jovem teria enviado minha vida em espiral na direção que me levaria a uns anos  mais felizes; Algumas músicas tocam acordes pessoais muito fortes. Dez anos atrás, 21 anos de idade, eu era exatamente o que a música da Youth Veins descreve. Uma mistura de ansiedade social e acreditar plenamente que há algo de errado com você por não querer ser tão social quanto todos os outros. É imediato - faz você perceber que você não está sozinho - que isso acontece com outras pessoas.  

Relativo é uma palavra que aparece várias vezes enquanto você escuta isso. Há muita dúvida sobre si mesmo, segundo adivinhar e fazer uma visão muito pessimista por padrão. A faixa de abertura poderia se chamar: "Mas você está provavelmente errado", seguido do título do álbum: "Você pode estar certo". Mas, em seguida, há um toque de afirmação positiva em que você começa a olhar para trás em períodos mais escuros e se surpreender com o porquê de eles terem um controle tão forte em você.

O álbum tem esta pequena  mini-guerra comemorando as pequenas vitórias sobre a apatia e o pessimismo com otimismo realista. Enquanto a maioria das letras se sente como se estivessem aborrecedoras - a expressão ímpar da frase e a natureza geral indie-pop da música ainda encoraja a continuar. Mesmo as músicas mais lentas se sente que são comentários razoáveis ​​sobre a vida e a interação social, ainda há o ligeiro otimismo da aceitação. Mais uma vez, há aspectos relacionáveis , é um sábio conselho ou, pelo menos, um aceno na direção certa.

‘’ Pra esse primeiro EP nos preocupamos muito com detalhes, tentamos fazer algo que tivesse diversas camadas se sobrepondo de modo delicado e preciso, sem que a música perdesse sua característica introspectiva. Nosso maior desafio era não deixá-la confusa. Até mesmo a nossa música mais curta (Control) traz uma profundidade de detalhes que aparecem por todo EP, como ambientações, ruídos e efeitos. ’’

O disco toca com emoção no momento certo para caber o tom que a banda quer transmitir. Ocasionalmente, as participações especiais contribuíram para contrastar algumas das letras mais duras e honestas que o vocal canta. Como se houvesse uma influência calmante sobre a sensação do álbum que leva à aceitação acima mencionada. 

‘’ A realização do EP contou com duas participações especiais. A primeira foi de Ana Clara, é dela a voz da faixa intitulada 'Unvarnished', a segunda participação foi de Andro Baudelaire, em 'Echo'. O EP foi gravado, mixado e masterizado pela própria banda em conjunto com Andro Baudelaire.’’ 

Isso liga a mensagem da primeira música: as coisas podem se sentir mal por padrão, mas ainda há o fato de que ainda há boas no mundo. É por isso que este álbum acaba sendo mais positivo do que o primeiro pensamento e vale a pena ouvir.

Provavelmente estou errado, mas posso estar certo.

Sick - Para Uso Recreativo

Foto: Olívia Franco

Sick é um quarteto de Uberlândia e criadores de algumas melodias subliminarmente sublimes, sem vocais. Agora, pessoalmente, eu posso lutar com a música instrumental, não devido à necessidade de ter algo para cantar, mas em si é um instrumento que sempre acrescenta uma camada vital à música.

Felizmente, Sick é muito bom e faz todo o aspecto "instrumental" maravilhosamente, devido a várias razões. Eles têm uma encantadora mistura delicada de complexidades entre guitarras e eles levam uma eternidade para chegar lá. Não existe uma dinâmica muito lenta no seu som, pois, em vez disso, Sick vai de um lado para o outro com a emoção sempre resplandecendo em tudo. Mesmo com as duas faixas " Le Pont " e " Gonda " sendo bastante longas (a primeira beirando oito minutos), elas não ficam evasivas; Um empecilho comum com post-rock instrumental.

O novo trabalho da banda é iminente – Para Uso Recreativo foi lançado no dia 18 de agosto - e estamos muito satisfeitos em compartilhar com você hoje. Conduzido por um brilho de guitarra discreto e instantaneamente evocativo, produzindo um tributário impressionante e sensível no mesmo momento em que você espera que tudo pareça realmente decolar. Um momento indelevelmente bonito com o toque gracioso e a intensidade ardente de Explosions In The Sky na sua forma mais refinada.

Tão cheio quanto esperamos, o disco é uma seta ardente, muitas vezes jubilosa, de math post-rock que rasga seus minutos com melodias ricas e radiantes e uma proposital e florescente energia que quase não quer deixa você cair para baixo. 

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

The Sorry Shop - Softspoken























Depois de quatro anos de hiato, saiu, finalmente, o terceiro disco completo da The Sorry Shop. Baseado em uma estética Dream Pop, mas flertando com os elementos mais icônicos do Shoegaze, “Softspoken”, o mais novo álbum da banda, é um sopro leve e ruidoso. O leve paquiderme desfocado da capa, assinada pela talentosa Meire Todão, sumariza a ideia principal do disco: Mesmo com todo peso do mundo é possível flutuar.

Softspoken é um abrigo secreto longe do banal, um lugar de solidão e anseio nostálgico. Meticulosamente criada ao longo de alguns bons anos, o disco é um chamado de clarão para a floresta ancestral que adorna a sonoridade expansiva da banda. Felizmente, a música, como está, supera o (s) criador (es) e o que a The Sorry Shop deixa para trás é um registro majestoso que mais justifica cada segundo que passamos  ouvindo.

Seja administrando marés de dream-pop ou momentos de elegância indeléveis, The Sorry Shop soa como uma banda completamente confortável em sua própria pele, tão feliz por deixar tudo correr como deve ser seguindo seu fluxo natural.

Apesar da opacidade de sua exibição inicial, há algo confundidamente pessoal sobre o disco. Embora derive muito do seu conteúdo do surreal, ele é tão profundo porque é tão obviamente humano. É o dolorido derivado da apatia da modernidade, um dedo rastreando implacavelmente uma fenda na parede do quarto, uma camada de poeira que obscurece os rostos em uma foto. Como uma trilha sonora para esta documentação de angústia e mundanidade é cativante e inabalável. Como uma conquista artística, é incrivelmente surpreendente.


Acemira - Trio carioca prepara lançamento do seu primeiro EP

























Acemira surgiu no final de 2016, na cidade de Volta Redonda/RJ, com 2 singles que foram lançados este ano, o trio está em processo de gravação e produção do seu primeiro EP, com previsão de lançamento até Setembro e alguns shows marcados até Agosto na cidade e região Sul Fluminese do estado do Rio.

‘’Nosso som se caracteriza pela influência de bandas internacionais como Arctic Monkeys, Radiohead e bandas nacionais como Scalene, Supercombo e Ego Kill Talent, porém, com nossa característica única nos timbres, composições e melodias com letras abordando questões da vida moderna como questionamento existencial, ansiedade, relações humanas, numa linha tênue entre o rock underground alternativo e o indie rock.’’

Ouça os singles 'A Resposta' / 'Castelo de Areia'

 

LANÇAMENTO NVS - CASA



























"Casa é o retrato de uma das dualidades mais interessantes que já conheci. Gabriel Novais é uma pessoa que, como muitos de nós, não consegue se desligar do seu passado mesmo com os pés firmes no seu presente; morador de João Pessoa e natural de Fortaleza, viagens constantes entre as duas cidades são lugar comum desde que ele se mudou, em 2015. No seu primeiro lançamento solo, o artista fala abertamente sobre suas vontades e medos, além do efeito que sua vida no meio de capitais causa nas pessoas ao seu redor.

O EP é caracterizado pelo som eletrônico, uma surpresa em comparação à banda onde tocamos juntos, mas definitivamente dentro do seu campo de capacidade, fazendo uso dos artifícios providos pelos softwares de gravação com um domínio que sugere uma experiência bem sucedida. Com 18 minutos, "Casa" tem uma natureza cíclica em sua viagem pelo Nordeste e, na verdade, deixa os ouvintes com vontade de saber pra onde Gabriel Novais pode ir em seguida."

Release por Vitor Figueiredo 
Fotos por Beatrix Cardoso

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Pernambucanos da Kalouv antecipam o próximo disco com vídeo ao vivo

Kalouv e Bruno Giorgi por Hannah Carvalho

 A dez dias de encerrar a campanha de financiamento coletivo do próximo disco, “Elã”, a banda pernambucana Kalouv divulga sessão ao vivo apresentando uma música que estará presente no álbum. Gravado no Estúdio Casona, o vídeo mostra a sintonia que há entre os músicos, e o resultado é uma sonoridade fluida. O rock instrumental dos rapazes alcança uma nova fase neste trabalho, que traz influência de jogos eletrônicos e transfere uma identidade renovada às composições.

"Essa foi uma das primeiras músicas que surgiram nessa nova fase. Tocamos em vários shows e sempre tivemos uma resposta bem legal do público. Durante o desenvolvimento de Elã, revisitamos a composição e surgiu um novo arranjo, que a gente já apresenta nesse vídeo. A faixa é inspirada na vibe do jogo Hotline Miami e em outros games retrô. Muito do que a gente tem feito nos últimos tempos é influenciado por nossa vivência jogando videogame. E nessa canção há uma referência direta a esse universo", conta Túlio Albuquerque.

O novo universo que se abre para a Kalouv também demonstra um amadurecimento da banda. Em “Elã”, eles trabalham com Bruno Giorgi, um dos mais promissores produtores musicais da nova geração, e que assina premiados discos de artistas como Lenine, Vitor Araújo e Baleia. Bruno foi o responsável pela gravação, edição de áudio e mixagem desta sessão ao vivo, que também contou com imagens de Hannah Carvalho (Bands on Frame, PWR Records), e edição de Vitor Daniel (Capitão Ahab), Saulo Mesquita e Túlio Alburquerque.

Fundada em 2010 na cidade de Recife, a Kalouv é composta - além de Túlio - por Basílio Queiroz (baixo), Bruno Saraiva (teclado), Saulo Mesquita (guitarra) e Rennar Pires (bateria) e já passou por palcos e festivais importantes como Abril pro Rock, Festival de Inverno de Garanhuns, Festival DoSol e Prata da Casa, projeto do Sesc Pompeia/SP. A discografia da Kalouv, muito bem recebida pela crítica especializada, conta com dois álbuns (“Sky Swimmer”, de 2011 e “Pluvero”, de 2014) e o compacto “Planar Sobre Invisível”, com faixas gravadas dentro do projeto Converse Rubber Tracks.

Para o próximo disco, a banda segue em campanha de financiamento coletivo para tornar “Elã” realidade com a ajuda dos fãs. É possível investir em https://www.catarse.me/kalouv.

Ficha técnica:
Gravado no Estúdio Casona
Gravação, edição de áudio e mixagem por Bruno Giorgi
Imagens por Hannah Carvalho e Kalouv
Editado por Vitor Daniel (Capitão Ahab), Saulo Mesquita e Túlio Albuquerque

2 Foto: Bruno Giorgi por Hannah Carvalho




























quarta-feira, 16 de agosto de 2017

TEMPLA LANÇA 'INVERNO'

























A Templa, trio de Florianópolis (SC) formado por Felipe Melo (guitarra e voz), José Neto (baixo e backing vocals) e João Mateus da Rosa (bateria), comemora dois anos lançando novo trabalho.

Em 2016, a banda lançou o EP “Vícios, Livros, Dores & Cores” no teatro Sesc Prainha, além de circular pelos principais palcos da cena independente da grande Florianópolis, sem nunca abandonar o trabalho em novas canções.

Deste processo entre shows e novos sons, nasceu "Inverno" com uma sonoridade um pouco mais nostálgica e noturna, assim como as letras mais maduras e reflexivas.

A soma dos dois trabalhos garante uma experiência única a quem já conhece a Templa, e uma outra oportunidade aos novos ouvintes.

Fotos: Márcio Henrique Martins

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Theuzitz lança música nova em apresentação ao vivo: ouça “Saída-chegada-saída”

Foto: Ana Claudia Caixeta

O registro ao vivo foi feito pelo coletivo Amarrilha na ultima apresentação de Theuzitz em São Carlos (SP) com as bandas Quasar (SP) e máquinas (CE).

A turnê do disco Peso das Coisas (ouça aqui) segue em São Paulo com R. Diaz em 19/08 e vai pela primeira vez a Curitiba dia 25 do mesmo mês com Rawph e UnbelievableThings.

sábado, 12 de agosto de 2017

Misteriosa A Band Called Love se revela mais em "Noite Quente"


Quem é você? Essa é a pergunta que ecoa na cabeça de quem escuta A Band Called Love pela primeira vez. O projeto-banda de identidade não revelada, mas nuances de sensualidade trash que lembram um Serge Giansburg decadente, mostra um pouco mais de seu universo obscuro e espevitado com o clipe de Noite Quente.

Me conduz pelo tato/ Me sente diferente/ Em você eu mato minha sede. Noite Quente dialoga com os sentidos e o jogo de prazeres entre duas pessoas. “Ela investiga onde o desejo procura se saciar”, releva Gevard, a figura que vaga por becos e seduz sob o domínio de ABC Love. Nos momentos em que as poucas notas da canção são distorcidas por quebras harmônicas é possível perceber a procura pelo novo, “como o corpo buscando um canto inédito”.

O clipe, que foi exibido durante o Music Video Festival, em São Paulo, é inspirado na estética mondo films, também conhecida como shockumentary - documentários B com temas polêmicos. Enquanto a banda toca num salão qualquer, imagens do filme Topless Mondo (1966), de Russ Weiss, mostram a popularização do topless em São Francisco, Califórnia. A direção do videoclipe é assinada por ABC.

Noite Quente estará no álbum de estreia da banda, ABC Love e o Álbum do Prazer, que será lançado pelo selo paulistano Balaclava Records no segundo semestre de 2017. 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

BIKE lança clipe de A Divina Máquina Voadora com imagens da turnê pela europa

Foto: Prema Goet

Como o nome sugere, a banda BIKE é viajante. Desde o lançamento do álbum de estreia, “1943” , o grupo fez mais de 100 shows em 15 estados brasileiros - entre festivais de grande porte e shows em pequenos palcos - enquanto chamava atenção da mídia nacional e internacional (com o lançamento da música "Enigma do Dente Falso" pelo selo 30th Century Records,​ do produtor Danger Mouse). Com Em Busca da Viagem Eterna (2017), segundo disco da carreira, BIKE pedalou mais longe rumo à primeira turnê internacional: foram 15 shows entre 4 países da Europa, incluindo duas apresentações no prestigiado festival Primavera Sound, em Barcelona. De volta ao país, eles se apresentam no teatro do Sesc Belenzinho, em São Paulo, no dia 18 de agosto, às 21h, mostrando as faixas do último trabalho.

Ainda com os pés na psicodelia, mas explorando mais o lado rock (junto aos já reconhecíveis chilling mantras), “Em Busca da Viagem Eterna" traz uma sonoridade sensorial e leva o ouvinte a uma viagem cósmico-caótica, guiada por letras lisérgicas, guitarras reverberadas e cheias de delay. Durante a construção do álbum, um processo mais colaborativo também guiou a viagem da BIKE. “Tudo foi feito muito rápido, durante a estrada… Cada um ia mostrando o que ia fazendo e, quando dava, rolavam algumas jams”, diz o guitarrista Diego Xavier. Das experiências nasceram canções como “Enigma dos 12 Sapos” e “A Divina Máquina Voadora” - faixa que acaba de ganhar videoclipe gravado durante a turnê europeia.

Entre Portugal, Espanha, Escócia e Inglaterra a banda captou imagens de momentos singulares. “Estávamos curiosos pra saber o que achariam do nosso som em outros países e, também, pra conhecer culturas diferentes. Felizmente, tivemos um feedback positivo por cada lugar que passamos”, afirma o vocalista e guitarrista Julito. Dentre os destaques da turnê, Julito cita a receptividade no Reino Unido, onde conseguiram se sentir dentro de uma cena: “A mesma galera que produziu nosso show tinha feito o show dos australianos do King Gizzard and the Lizard Wizard um dia antes, foi realmente empolgante. Bristol também é incrível e tem muita banda boa saindo de lá, além de selos e festivais”.

A faixa escolhida para ilustrar o vídeo, “A Divina Máquina Voadora”, trata não só da magia de conhecer novos lugares, mas dos prazeres de retornar. Só quero ver onde vai dar/ Ir para bem longe/ Mas voltar. As imagens foram captadas por todos os integrantes da banda de seus telefones celulares, e editadas por Diego Xavier. Para o espetáculo do Sesc, além das músicas de “Em Busca da Viagem Eterna”, algumas faixas do "1943" serão apresentadas. A banda também irá se transformar em um sexteto especialmente para o show, contando com a presença da instrumentista, que assume uma terceira guitarra, Gabriela Deptulski (My Magical GLowing Lens) e das teclas de Danilo Sevalli (Hierofante Púrpura). Os próximos planos? “Faremos shows no ES, MG e várias cidades do Nordeste entre agosto e setembro, e seguiremos pelo Sul do país e interior de SP até dezembro, encerrando a turnê pra começar a gravar os novos trabalhos”. 2018 terá rodas.​

Foto: Luz Vermelha

Produtores renomados recriam músicas do Avec Silenzi no álbum “Avec V”

Crédito: James O’Maley

O post-rock instrumental do Avec Silenzi ganha novos contornos em “Avec V”, álbum lançado pelo selo holando-brasileiro Tropical Undergrounds em parceria com o paulista Sinewave. Um ano após divulgar seu terceiro trabalho, em 2016, a banda tem as cinco canções recriadas neste volume de remixes, reunindo alguns dos mais promissores nomes da cena eletrônica nacional e internacional. O disco já está disponível nos serviços de streaming de música.

Cinco produtores foram convidados a desconstruir as músicas de “Avec III”, com a missão de entregarem suas próprias interpretações. Os brasileiros Pigmalião, Sentidor e Bemônio marcam presença com os remixes de “Ela”, “Auristéla” e “Alicate”, respectivamente; já o argentino Pablo Crisci assina “Ratalizer” e, por fim, o espanhol Carlos Martín, conhecido como Mynationshit, entrega sua versão de “La Unique”.

A ideia é trazer novas propostas para as mesmas músicas, em um intercâmbio criativo. Em comum com as composições originais, os remixes têm a verve climática que o instrumental da banda é capaz de construir. Uma das bandas em destaque na cena independente carioca, o Avec Silenzi transforma sua música única e experimental em novas auras sonoras: ora serena, ora perturbadora, sem anseios de se apegar em apenas um conceito. Criativa, a obra de Renan Vasconcelos (guitarra), Rafael Ferreira (baixo) e Eduardo Souza (bateria) tem, além destes trabalhos, os álbuns “Avec I”, “Avec II” e “Avec IV”.

Banda formada no Rio de Janeiro em 2008, o Avec Silenzi percorre os caminhos do experimentalismo, traduzindo na harmonia dos instrumentos um pouco da imensa variedade musical do cenário post-rock. O gênero valoriza a mistura da raiva e calmaria, de sensações entre os arranjos e as texturas em cada riff de guitarra, grave do baixo ou virada da bateria. Através dessa simbiose camaleônica de artistas e nomes da indústria fonográfica, o Avec Silenzi transpassa ainda mais a amplitude de sua sonoridade e contorna de forma positiva novos ingredientes em sua trajetória.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Supernova Jam - Desespero (Ou Falta Sorte) - EP 2017

























Supernova Jam é um trio formado em Balneário Camboriú/SC em 2014. Depois de algumas experiências sobre o que é fazer música autoral, as jams e improvisos viraram um demo lançado em 2015 que nos abriu algumas portas. Essas portas que foram abertas incluem as nossas próprias cabeças e certezas sobre o que nossa música representa para cada um de nós, e como essa forma de expressão é tão importante.

O caos do mundo nos trouxe então uma dose de angústia enquanto acompanhamos a humanidade ao nos sentirmos perdidos e desolados numa imensidão tão ingrata. Sem certeza aonde chegar, mas com plena convicção do caminho, surgiu o primeiro EP de fato, “Desespero (ou Falta de Sorte)”.

O que nós imaginamos ser importante, e o que nós inconscientemente queremos dizer, fazem essa obra ser tão pura, despretensiosa e canalizada com energias tão sinceras. O EP foi gravado de forma a preservar a essência do som da banda ao vivo, com poucas mudanças no jeito que as músicas já eram tocadas.

“2017. Quase o fim de uma década”. O vazio existencial às vezes atinge os mais acalorados e eufóricos corpos. A comunicação social extrapolou os limites da instantaneidade e engoliu as emoções. O silêncio invadiu as relações e se aproveitou das brechas para se sentir confortável em um lugar onde tudo já foi dito.

Alegorias à parte, a condição humana atingiu o êxtase do individualismo e do culto ao status. As reações são instantâneas e premeditadas, plásticas e impessoais. As letras e os números dominaram os sentimentos e esconderam as mágoas. Qual o sentido então, de ser tão refém do medo? Por que a insistência em dificultar os sonhos e lamentar o futuro? Não cabe a ninguém denominar o que está ao seu redor. Não cabe aos outros conduzirem o rebanho a patamar tão estreito. Não cabe ao mundo depositar tanto peso nas costas de quem não merece crer que é triste o fim. 

Por que o fim, na verdade, tende a ser apenas o começo. 
Será que tudo isso é desespero? Ou o que falta é só um pouco de sorte?"

Ouça "Janela", single de estreia da banda potiguar Tertuliê

























Aguardada na cena potiguar há alguns meses desde o anúncio de seu projeto, a banda Tertuliê finalmente lança seu primeiro trabalho, a faixa “Janela”, precedendo seu EP de estreia, com previsão de lançamento para setembro.

Composta pelo vocalista e guitarrista Samuel Matusalém, “Janela” foi inspirada por uma ilustração feita por uma amiga do frontman, enxergando a obra como o retrato de uma fuga do cotidiano e do padrão social.

Além de Samuel, o quarteto de Natal-RN também é formado por Lorena Paula (guitarra e backing vocal), Lucas Castro (bateria) e Nadjara Sotta (baixo e backing vocal), a última assinando também a arte do single. A produção e mixagem do single e do EP ficaram por conta de Hugo Noguchi (Ventre, SLVDR, Posada e o Clã).

Calvin Voichicoski lança o disco "Moscas Volantes" pela Pessoa que Voa

























Calvin Voichicoski, compositor multi-instrumentista de Curitiba, retorna com seu primeiro disco, "Moscas Volantes", pela Pessoa que Voa. O álbum, escrito e gravado num intervalo de um ano, é uma evolução natural do trabalho de Calvin, mais pesado e pessoal que seus dois EPs, "Opaco" e "Hortelã" (Lixo Records, 2015). 

Para Calvin, é um disco sobre medo. Medo do presente, do passado e do futuro. Mesmo assim, há um otimismo que foge entre suas frestas, garantindo que tudo vai ficar bem.

"Esse disco foi feito de uma maneira bem nova pra mim, tentei trabalhar ao máximo onde achava que cada música podia ir, gravando e regravando demos e partes instrumentais, até achar que estava bom, o que acabou sendo bem diferente dos últimos dois EPs", segundo ele. Esse esmero pode ser visto em cada detalhe de suas sete faixas.

Enquanto compunha e escrevia, Calvin ouviu bastante Pavement, Lo Borges, Built to Spill e Neil Young.

A capa é de Giulia Caselato.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Lava Divers - Plush - 2017

























Como você talvez tenha percebido até agora, tendemos a evitar os mega lançamentos nesse blog. Não é que não nos importemos ou que estamos tentando ser o garoto apático da esquina que afirma amar as bandas que ninguém já ouviu falar, é mais porque já estamos  plenamente conscientes de que existem saídas para essas bandas, e muito mais música abaixo da superfície merecendo atenção. Às vezes, no entanto, uma música, um disco, aparece e joga tudo por terra. Plush, o disco de estreia do Lava Divers, é um desses casos - e apesar de ser destaque em todos os grandes veículos de música, não poderíamos ignorá-lo mais.

O álbum de onze músicas abrange uma variedade de influências da cena alternativa dos anos 90 ao rock indie moderno, bem como pequenas doses de britpop jogadas na mistura. Com instrumentais descontraídos como aqueles de ótimas lembranças dos anos 90, como Pavement , Guided by Voices, Fugazi e Built to Spill, mas seu charme desenfreado e sua abordagem de espírito livre os separam. Plush mostra a capacidade da banda para fazer a música acontecer. Pode fornecer apenas um olhar fugaz, mas está cheio de energia; O tipo de vigor inquieto que pode acender o seu dia em um instante. 

Não é nenhuma surpresa saber que muitas das músicas que estão presentes no disco foram geradas e moldadas por dois anos passados ​​na estrada, longe de casa. Há uma gloriosa sensação de extensão em  Plush , o som da reflexão também, mas também de algo muito maior; A emoção da aventura, o puxão melancólico do lar, aquela antiga estrada de terra se transformou em ouro e todas as provações e tribulações que acompanham. Ele apresenta um esboço pensativo mas encorpado.  
Um disco pouco amável. Eu diria que tudo acabou muito rápido, mas acho que é parte do encanto. Guitarras grandes, sorrindo, duelando, melodias sem esforço e mega, sim, mega melodias. Há tantas coisas boas saindo, sendo construído ao seu redor. É apaixonado, sem fôlego, implacável e forte. Um pouco doentio, sendo um norte curado no sudeste. Melhor aceito como uma crônica inteira e envolvente, Plush equilibra composições inteligentes com um coração completamente atraente; O tipo de registro que, silenciosamente, ao longo do tempo, pode tornar-se algo realmente especial. 

Foto: Rodrigo Gianesi
Capa: Moviola Mídia Livre

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Power trio Boats lança single de seu primeiro álbum






































Divulgando sua campanha de financiamento para custear seu primeiro álbum, o power trio potiguar Boats lança o primeiro single de seu disco de estreia, a faixa “Trilhos”.

A música é baseada nas experiências da vocalista e guitarrista Júlia Ferreira durante uma viagem para São Paulo, na qual ela observou a rotina desgastante dos paulistas, que constantemente se encontram em batalhas incansáveis da vida urbana.

Formada também por Gabriel Nogueira (baixo) e Rudrigo Lins (bateria), “Trilhos” é o primeiro registro oficial da banda de Pau dos Ferros - localizada no interior do Rio Grande do Norte - enquanto trio, formação que já dura cerca de um ano e que trouxe novas direções musicais para o grupo, que tem influência de bandas como Rancore, Menores Atos e Bear Me Again.

O single “Trilhos” sai pelo selo Nightbird Records, de Natal-RN, assim como o futuro primeiro disco do trio, intitulado “Manifesto Dos Sentimentos (In)compreensíveis”. Você pode contribuir para o debute da Boats no Catarse, acessando o link aqui

Ouça e baixe “Trilhos” no Bandcamp e no Youtube; em breve o single será liberado nas demais plataformas de streaming:

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Turnê “WATERSHED” das bandas CHCL e BLACKJAW


As bandas BLACKJAW (Santos-SP) e CHCL (São José dos Campos-SP) colecionam histórias vividas em diversas GiGs que fizeram juntas pelas estradas desse Brasilzão. Neste meio de ano as bandas fortalecem os laços de amizade e anunciam uma bateria de cerca de 20 shows, tendo inicio dia 06 de agosto de 2017 em Curitiba-PR, passando pela baixada Santista, Vale do Paraíba, Grande São Paulo, Região Campineira e Sul de Minas Gerais.

CHCL / Divulgação 

BLACKJAW / Divulgação 

A turnê vem em função da divulgação do Split intitulado WATERSHED. Lançado pelo selo caiçara Seein’ Red o WATERSHED carrega duas musicas de cada banda e é apresentado em um belo Vinil 7” (colorido), a arte está à cargo do Estúdio Miopia coroa com a qualidade de sempre o presente trabalho de duas expoentes na música independente  brasileira.

Confira as datas:

06/08 – Curitiba, PR
11/08 - São José dos Campos, SP (à confirmar
12/08 - Americana, SP
13/08 - Taubaté, SP (à confirmar)
18/08 - Guarujá, SP
19/08 - São Paulo, SP
19/08 - Mogi das Cruzes, SP
20/08 - Jundiaí, SP
25/08 - Praia Grande, SP
27/08 - Cubatão, SP
08/09 - Santos, SP
09/09 - São Paulo, SP
10/09 - Jacareí, SP
16/09 - Pouso Alegre, MG
17/09 - Poços de Caldas, MG
23/09 – Itajubá, MG (a confirmar)
24/09 - Santa Rita do Sapucaí, MG
30/09 - Piracicaba, SP 
01/10 – Volta Redonda, RJ


terça-feira, 1 de agosto de 2017

INFANTE (Jundiaí/SP) lança versão alternativa do disco 1991




















O último ano foi produtivo para a INFANTE, quarteto de rock alternativo de Jundiaí/SP.  Com o lançamento do disco de estreia "1991", em agosto de 2016, muitas oportunidades surgiram para a banda, que recentemente tocou no SESC Jundiaí (Festival Amplifica) e no Dia da Música 2017, além de outros festivais pelo interior de São Paulo.

Para comemorar o aniversário de 1 ano do álbum que trouxe tantos bons frutos, os rapazes prepararam um lançamento especial: uma compilação com as versões iniciais de algumas músicas do disco + faixas "inéditas" que não entraram para a versão final.

"Temos o costume (especialmente o Caio) de gravar muitas ideias que no fim acabam abandonadas em um HD externo," comenta Danilo Guarniero, baterista da banda. "Fizemos uma compilação das primeiras versões de algumas músicas que estão no CD e também botamos músicas que não entraram por falta de espaço ou porque achamos que não encaixariam."

"Essas que nunca foram lançadas são músicas velhas, algumas até de 2015 ou antes, mas novas para o público. A ideia foi liberar alguma coisa interessante para fechar esse ciclo que começamos com o disco," concluiu Danilo.

TRACKLIST:

1. Jimi (versão demo) 03:41
2. Lunático (versão demo) 03:16
3. Nostalgia (versão demo) - 03:43
4. Em Paz (versão demo) - 03:22
5. Café Gelado (versão demo) - 04:04
6. Ao Som do Nada (versão demo) - 02:54
7. De Novo, Outra Vez (versão demo) - 01:59
8. Limbo (versão demo) - 03:01
9. Seguindo (versão demo) - 02:43
----
10. Riff gostoso (nunca lançada) - 03:19
11. Folky (nunca lançada) - 02:16
12. Essa não tem nome (nunca lançada) - 03:45
13. punk6.mp3 (nunca lançada) - 01:52
14. Bússola (nunca lançada) - 04:41
15. Vem e vai (nunca lançada) - 01:46
16. 2009 (nunca lançada) - 04:36


Ouça gratuitamente no Bandcamp as 16 faixas da versão demo de 1991