quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Odradek - Trio se prepara para lançar Homúnculo Vol.3


Odradek é um trio independente de rock progressivo e experimental de Piracicaba-SP. Com tempos tortos e cordas dissonantes, a banda se prepara para lançar o EP Homúnculo Vol. 3 em fevereiro, última parte da trilogia que começou em outubro de 2014. Odradek é Fabiano Benetton (guitarra), Caio Gaeta (bateria) e Tomas Gil (baixo).



Homúnculo Vol.2  apresenta 4 faixas em um extenso bloco instrumental que, fluindo de maneira sempre ascendente, se permanece em eco na cabeça ouvinte.



Odradek:
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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Chapa Mamba - Banda Forra

Foto: Leonardo Arraes

Tendo lançado no início de 2014 o auto-intitulado disco de estréia, a dupla Chapa Mamba apresenta agora o seu segundo trabalho, BANDA FORRA. Se o primeiro é mais redondo, o segundo certamente é mais doido: fugindo um pouco da onda blues-garageira e apontando em direções sujas e psicodélicas, deixa transparecer outras influências.

Mas trata-se de um disco despretensioso, apesar de tudo. Sem medo de explorar territórios menos confortáveis, as letras deixam de lado as construções sintéticas e trocadilhos do álbum de estréia, assumindo um caráter mais livre e pessoal, embora por vezes ininteligível, soterradas por distorções e delays. Em pouco mais de 20 minutos, as 10 faixas diversificam o universo sonoro do duo, que parece não querer se enquadrar em nenhum estilo específico. 

O novo trabalho traz produção e mixagem de Stêvz, masterização de Paulo Casaes e capa de Fábio Zimbres. E, repetindo a parceria do recém-lançado Ipsilone, split em vinil com os conterrâneos da Treli Feli Repi, BANDA FORRA sai pelos selos Transfusão Noise e Chupa Manga Records — da própria banda. 

Chapa Mamba é um duo {trio} de guitarra e bateria do Rio de Janeiro, formado por Bruno Lima e Stêvz. Ao vivo agora conta com João Binho no baixo.

Chapa Mamba:
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Explorando o lado psicodélico do punk


Death Trip é uma formada em meados de 2013, com a ideia de misturar o Rock Psicodélico dos anos 70 com o Punk e Hardcore. Com um EP lançado no começo de 2014, chamado Arabian Caravan a banda conseguiu fazer shows em São Paulo, Minas Gerais, Goias e Rio de Janeiro e ainda ter reviews em blogs estrangeiros.

 

Influências de The Stooges, Black Sabbath, Black Flag, Annihilation Time e TurboNegro são as principais referências dos caras no palco.

Death Trip:
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Projeto instrumental de clara longevidade


Deixar é um projeto instrumental que precisou ser escrito por si mesmo a partir de vários pontos, sem almejar algo certo, simplesmente deixar acontecer.
Com os integrantes da Navio, a Deixar é composta por Alexandre Jesus, bateria; Allan Flores, guitarra; Fernando Rivadávia, guitarra,; Folha Leaf, baixo. [até agora]. Todos residentes da Zona Leste da capital de São Paulo.

A primeira demo lançada em 2014 foi captada durante um ensaio enquanto a banda passava pelo processo de composição. No registro contamos com as músicas “Velho Pássaro”, “Deixar” e “Esperando Chuva” que durante a gravação tiveram elementos e ritmos criados no improviso, ficando – posteriormente – permanentes nas músicas. Esse primeiro registro retrata como os integrantes interagem entre si e como conversam durante suas execuções. Em 2015, a banda se prepara para gravar seu primeiro registro com mais 2 músicas inéditas.

Em suas apresentações ao vivo os elementos que compõem as músicas chegam a variar, sendo acrescentando instrumentos novos no meio das execuções e criando uma nova dinâmica para as músicas, variando de show para show são inclusos: teclados, metais (trompete e sax) e até percussão em algumas músicas, geralmente, com a mesma formação.




Links:
Deixar:
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Navio:
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Não Ao Futebol Moderno - Onde Anda Chico Flores?


Banda Gaucha, Não Ao Futebol Moderno surge com sonorizações típicas do rock alternativo. Com um EP, ''Onde Anda Chico Flores?'', lançado no final de 2014, os gaúchos seguem por uma linha mais suave, um disco mais simples, porém bem conduzido. um universo atmosférico linear ao longo das 5 faixas.

''Estamos no momento em estúdio fazendo sons novos pra um futuro Cd. começamos a tocar no começo de 2014, e logo no começo já rolou uma troca de integrantes... Tocamos ano passado bastante aqui pelo sul, pra esse ano queremos organizar uma turnê e subir até o RJ.

Nossas influências são bem diversificadas, cada um curte coisas diferentes, mas acabamos nos encontrando em algum momento. Mas agora estamos fazendo coisas um pouco mais sujas
com algumas influências no shoegaze.''

Faça o Download AQUI 

domingo, 25 de janeiro de 2015

Giallos - Trio promove desordem sonora por onde passa

Foto: Amanda Perobelli
Crias do terrorista latino-americano Ramirez Santiago, esses três rapazes, privados do convívio com a sociedade durante muitos anos pela oposição ao regime ao qual lutamos e derramamos muito sangue para implantar, espalham as suas estórias sujas e mentirosas através de um ritmo musical muito popular durante o séc XX, e que foi extinto há anos devido a sua má influencia na conduta do nosso povo, um ritmo conhecido como Rock and Roll.

Usando elementos do lixo cultural que era produzido nesse período da nossa história, Os Giallos, é esse o nome que batiza essa gangue, nome supostamente inspirado em filmes que também já foram banidos pelo nosso Generalíssimo e que só terroristas como Santiago tem acesso, são elementos de uma nova onda de conceitos de URL (Uniform Resource Locator) que devasta nossa juventude e que precisa ser combatida.






Eles abusam de artifícios denominados “Lo-Fi”, como equipamentos de gravação com baixa tecnologia, discos de vinil, pôsteres em papel, marcopablo, dario argento, mc5, tarantino, the cramps, jon spencer blues explosion, blues e etc, tudo isso para parecerem contemporâneos dessa época, e não levantarem suspeita da sua verdadeira origem e do seu verdadeiro objetivo: a Desordem. 


Estamos todos contando com a ajuda da população, inclusive mandamos agentes, os X-9, de volta ao séc XX com a missão de descobrir a origem do mentor Ramirez e assim extingui-la, preservando a linha da história e alterando o mínimo possível a sua verdade. 


The Fingerprints - Que se foda todo mundo, estamos todos fodidos


Banda formada no Grande ABC, teve seu início em maio de 2014. Guitarras bem sujas, vocal feminino rasgado e uma forte presença e energia no palco é o registro oficial da banda. 

Composta por May Dantas (Vocal e Guitarra), Breno Martins (Guitarra), Tales Lobo (Baixo) e Daniel Cardoso (Bateria), o The Fingerprints tem como maior parte de seu set canções autorais. Cada um da banda possui suas próprias influências, do punk clássico 77 ao grunge sujo dos anos 90, criando assim uma sonoridade única e de peso em suas músicas.

 Mesmo com pouco tempo de existência, o The Fingerprints conseguiu tocar em casas consagradas da Grande São Paulo, como por exemplo o Hangar 110 e o Café Aurora.

Animal Fado - Entre distorções, delays e poesia


Animal fado surge no fim de 2013 em Itaquaquecetuba, SP, com a ideia de unir amigos e somar as experiências musicais dos últimos anos.

No início de 2014 o projeto toma forma, se concretizam as primeiras composições e se consolida a atual formação. Elias Castro, Edu Cruz, Fabio Mvaf, Junior Samsa e Luiz Fausto interatuam entre cordas, sintetizadores e bateria; entre distorções, delays e poesia.

A sonoridade passeia pela música brasileira, experimentalismo e rock. Em estúdio, animal fado prepara seu primeiro EP, ainda não titulado.

Penhasco - Howlin Records/Fuzz Feelings/Tribute


Banda de roque pauleira da cidade de São Paulo formada no ano de 2013. Sua base musical é calcada no falso metal, umas piração e/ou experimentalismo.

Penhasco surgiu com a pretensão de fazer um rock ácido, diversificado e exploratório. Cada integrante busca a sua forma passear por diversos timbres e ritmos.

Como principais referências estão bandas dos anos 90, o metal alternativo e o rock progressivo.

Faith No More, Tomahawk, Black Sabbath, Bad Brains, Black Flag, Mr. Bungle, Tool, The Mars Volta, Ratos de Porão, Patife Band, Odair José e Portishead.

Fuzz Feelings/Howlin Records


sábado, 24 de janeiro de 2015

Josh Making Songs - Homônimo/2013


HARDCORE DEMAIS PARA SER ALTERNATIVO, MAS ALTERNATIVO DEMAIS PARA SER HARDCORE. Josh Making Songs é uma banda curitibana formada em fevereiro de 2012 por Lê Benyk, Guga Schiochet e Felipe Mazza, trio influenciado principalmente pelo "emo de verdade"  caracterizado pela musicalidade melódica e expressiva, e por vezes letras confessionais e pelo rock alternativo dos anos 80 e 90 (Fugazi, Hüsker Dü, Dinosaur Jr, Jawbreaker, Heatmiser, Samiam, Hot Water Music, At The Drive-In).


O trio lançou em 2013 um  EP homônimo, composto por 5 faixas autorais e um 4 way split no ano passado (junto com Mudhill de São Paulo - Lorne de Porto Alegre e 12 street de São Luiz do Maranhão) a realização foi feita pelo Selo Seleepy Rat ( mesmo selo do vocalista Lê Benyk que lançou algumas bandas de Curitiba e promove alguns shows). A ideia do split foi juntar bandas de diferentes partes do Brasil. Ouça AQUI 

Ficou curioso para ouvir as canções do Josh? basta dar um pulo logo abaixo.

se eu nao falar agora vou ter que falar depois/single 1‏


''se eu nao falar agora vou ter que falar depois'' (Tudo em letras minúsculas e sem acentuação gráfica) É o projeto idealizado pelas mentes pensantes e pulsantes de Vitor Almeida e Vitor Ciosaki.  Sonoridade que beira o experimental, noise, jazz e um instrumental caseiro com tímidas emanações lo-fi e um ambiente particular de referências e experimentos, e com uma cara bem moderna e totalmente escrachada.  

'' O projeto nasceu quando começamos a morar juntos numa pensão, dividíamos um quarto e acabávamos por dividir a piração por alguns sons, estávamos pirando numa parada meio jazz e hip hop, mas quando paramos pra tocar eu acho que foi pra um lado mais experimental, ainda que tenha jazz e hip hop. o primeiro single surgiu quando tocamos pela primeira vez juntos em casa, ficamos improvisando por uma hora, acho que saiu uns três sons, e ai escolhemos dois pra lançar como single, agora a ideia e começar a gravar o EP.'' Ouça abaixo o primeiro single dos caras.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Agradável


"E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante" ( EATNMPTD ) tem como base o post-rock, mas que também se mistura com elementos de punk e música independente dos anos 90.

As composições passeiam entre guitarras e baixos carregados de delay e overdrive que se juntam a linhas de bateria extremamente intensas.





Em Agosto de 2013 a banda grava e mixa por conta própria uma demo de 2 músicas: "Nem Tanto,
Nem Tão Pouco", com todas as cópias físicas com número de tiragem escrito a mão pela banda.
Ouça AQUI

Três meses depois entram em estúdio para gravar, mixar, masterizar e lançar seu primeiro EP ainda no mesmo mês com um show no CCJ. Homônimo, o EP de estréia do quarteto Paulista contém 26 minutos distribuídos em 4 faixas. Ouça AQUI 

No final de 2013 foi destaque em diversas listas de melhores discos do ano, apontado em sites como Scream & Yell e Catárticos.

Em novembro de 2014 a banda lança seu segundo EP: Vazio, na Casa do Mancha em São Paulo. O disco novamente aparece em listas de melhores do ano, sendo considerado o segundo melhor EP pelo Monkeybuzz e o 41° lançamento do ano pelo Rock In Press. Sua capa também foi escolhida pelo site da MTV Brasil como uma das melhores do ano.

E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante/EP/Vazio/2014

Atualmente a banda se prepara para fazer turnês pelo país enquanto compõe seu próximo EP.
Para saber um pouco mais sobre o trabalho da banda, Ouvir o som ou simplesmente compartilhar por terras distantes, se liga nos links abaixo.

Facebook: http://on.fb.me/1yERngA
Bandcamp: http://bit.ly/1yNMDpn
Soundcloud: http://bit.ly/1D0SO8R


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Ouça - Mai Momonuki : Voz doce e suave com pegada Bossa' n Roll


Nascida em Paragominas-Pa, Maí Momonuki mudou-se para Alagoas, onde viveu nos municípios de Olho D’água das Flores, Palmeira dos Índios e Arapiraca. Em Alagoas, a cantora concluiu o curso de Direito e teve seu primeiro contato com a música, através de artistas locais. Aos 16 anos, aprendeu os primeiros acordes de violão. Aos 17 anos montou um projeto de música popular com alguns amigos. Aos 20 anos formou o projeto musical de rock japonês, ou J-Rock,chamado Momonuki-San”. Nesse interim, conheceu novos artistas nordestinos, frequentando rodas de violão, passando a compor suas primeiras canções, como “Libelinha Blues”. 



Em 2010 começou a trocar experiências com pessoas de várias cidades. Através dessas experiências, conheceu músicos e produtores que se tornaram parceiros, como o paulista Harã Lemes, que participou das gravações de “Libelinha Blues”, “Quer Saber” e “Vento Mormaço”, sendo esta última,  uma composição Paulinho Moura e Dudu ( ambos artistas paraenses.  
Em 2012 formou uma banda pela internet, chamada “Across The Universe”, e participou das seletivas do CCAAFest. Em 2013, participou das seletivas do Terruá Pará, em Belém.  
Em Paragominas, Maí Momonuki organiza eventos culturais, como o Bossa’nRoll, PGM AnimeClub e é parceira da Associação de Enxadristas. 



A cantora pertence a uma geração Bossa’nRoll, por não seguir propriamente um único estilo. Suas composições possuem influência em rock, bossa nova, samba, blues, entre outros. Maí Momonuki demonstra interesse pela fusão de ritmos, sem perder de vista sua própria identidade.  

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Lava Divers (MG) - LANÇAMENTO EP - Midsummer Madness & Travesseiro Discos‏






























A Lava Divers é uma banda de rock independente, originada no Triângulo Mineiro (Uberlândia e Araguari) que bebe na fonte das guitar bands inglesas e do college radio americano, do final dos 80/início dos 90. 

Formada por João Paulo Porto (guitarra e voz), Ana Zumpano (bateria e voz), Glauco Ribeiro (baixo) e Eddie Shumway (guitarra), a banda se encheu de referências do Lo-fi, Grunge, Shoegaze, Pós-Punk e Britpop para chegarem a um som ruidoso e melódico, onde paredes de guitarras distorcidas se misturam às melodias simples e cativantes, quase um power pop.

Em março/2014, seu primeiro single “Done”, gravado e produzido em casa, pela própria banda, foi lançado em mono. De lá pra cá, tocaram em importantes eventos da cena alternativa da região, como o Festival Compacto, Festival Marreco e nas festas do site Move That Jukebox, ao lado de nomes como Hellbenders, Overfuzz, Muñoz, The Dead Rocks e Corine.


No fim de outubro aconteceu a estreia o videoclipe de “Done”, antecipando o lançamento de seu primeiro EP, homônimo, gravado e mixado pelo produtor Gustavo Vazquez (Violins, Macaco Bong, MQN, Black Drawing Chalks), do Rocklab Produções Fonográficas.



O trabalho foi gravado no Vintage Rock Studio, em Araguari. A direção de arte ficou a cargo do designer Jaime Silveira (A Banda Mais Bonita da Cidade, ruído/mm, Arms and Sleepers) e lançamento pelo nosso próprio selo, a Travesseiro Discos, com parceria e distribuição da gravadora Midsummer Madness.

Download do EP AQUI





Banda híbrida de Charqueadas/São Jerônimo, Rio Grande do Sul


A heyapple existe há cerca de quatro anos, se formou com integrantes de bandas já existentes na região, na proposta de fazer um som forte em meio à cena pelos meados de 2009.

Diversificando-se nas fontes que todos bebem de influência, indo desde o hard rock ao country, vem tentando se destacar independentemente em um cenário escasso de guitarras trabalhadas e letras maduras. 


Em novembro de 2011 lança seu primeiro álbum intitulado "Bagagem de Primeira Viagem", e ao longo desse tempo vem tocando pelo estado e até em programas de televisão, como o Radar da emissora TVE. Novamente, em 2014, lança seu mais novo álbum, chamado "Os Giros da Terra".



Links:

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domingo, 18 de janeiro de 2015

Jhonny Jamal divulga seu primeiro EP


Com quatro canções autorais, “Relation-chip” transita entre a MPB, o rock e o folk.
Letras que refletem um olhar minucioso sobre o outro e sobre o mundo, arranjos comprometidos com a estética e uma voz doce que capta até os ouvintes mais desatentos. Assim é Relation-chip, primeiro trabalho autoral do cantor, compositor e instrumentista Jhonny Jamal, natural de Santo André (SP).

O disco traz quatro canções gravadas em um pequeno estúdio, de forma totalmente independente. Com pitadas de ironia e rimas poéticas, as músicas falam de esperança, sentimentos, relacionamentos e retratam situações do cotidiano, que poderiam ser observadas da janela do ônibus ou vivenciadas por qualquer pessoa.
Jhonny Jamal não canta conceitos prontos, gosta de ‘lançar’ ideias, como em Parabólica 7, cujo significado cabalístico do algarismo sete confere uma simbologia peculiar à canção e revela toda sua perspicácia como compositor. Desejo 23 é conduzida por belos acordes de violão e Wake Up encanta com sua harmonia tranquila e suave. Já os metais potentes de GT imprimem um groove marcante à faixa, uma levada que lembra o samba rock.


Relation-chip marca o amadurecimento de uma trajetória musical que começou quando ele ainda era criança. Baterista autodidata, Jhonny tocou em algumas bandas de igreja e, em 2003, viajou em turnê de vinte dias pelos Estados Unidos, como baterista da Big Band Êxodo. Também teve com essa banda a possibilidade de se apresentar na famosa Sala São Paulo
Na adolescência, trocou as baquetas pelo violão e começou a compor. Mas foi só em 2010, com o apoio e incentivo dos amigos, que decidiu mostrar sua música para o mundo. Desde então, Jhonny já tocou em shows e bares da região do ABC; participou do projeto Encontro de Compositores, no Espaço Cultural Gambalaia, em Santo André; e também se apresentou em alguns show promocionais  na capital paulista.

Filho de pais protestantes, ele não cresceu ouvindo Beatles, David Bowie, Chico ou Caetano. Suas primeiras inspirações musicais vieram do gospel, de cantores como o brasileiro Adhemar de Campos e o norte-americano Ron Kenoly. Depois passou a ouvir de tudo, sem se importar com gêneros ou rótulos, de Pearl Jam a Stevie Wonder, passando por Peter Gabriel, Bob Marley e Dave Matthews Band

Além dessas referências de peso, trouxe para suas letras e arranjos as influências do folk, do rock-pop de Cazuza e Legião Urbana, e da MPB de Djavan. Toda essa miscelânea de sonoridades está presente em Relation-chip.

Em 2013, o trabalho do compositor passou da música para a sétima arte. A faixas GT  integra a trilha sonora do documentário Viela G Casa3

No mesmo ano, teve uma de suas canções, Desejo 23, inserida no CD de coletâneas Terças Autorais, uma iniciativa da Prefeitura de Santo André que reuniu trabalhos de artistas locais.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Cuscobayo na reta final do financiamento coletivo‏



Foto: Paulo Pretz

O grupo bi-citadino (Caxias/Porto Alegre) Cuscobayo está em plena campanha para arrecadação de verba pelo Catarse para lançar o primeiro disco. O projeto deve chegar ao objetivo até o dia 24 de janeiro. Para colaborar, basta acessar o link catarse.me/cuscobayo e ler o projeto completo.
As recompensas oferecidas pela “Cusco” aos fãs vão desde CD, camisetas e adesivos até um show exclusivo da banda, onde o colaborador escolher. Caso o valor não seja atingido o dinheiro retorna para os apoiadores.
A banda adianta que o disco terá entre 10 e 13 faixas, com produção de Francisco Maffei (Catavento, Descartes). A masterização será realizada pelo argentino Eduardo Bergallo (Soda Stereo, Charly Garcia, Onda Vaga) nos estúdios Puro Mastering, em Buenos Aires. O álbum será lançado de forma independente em parceria com a Honey Bomb Records em CD e disponibilizado posteriormente de forma integral na rede.



CONHEÇA A CUSCOBAYO:

Formada em 2012 por Alejandro Montes de Oca (trompete), Lourenço Alberti Golin (baixo), Marcos Sandoval (cajón e voz), Rafael Froner (violão, ukulele e voz), Rafael Castilhos (percussões), a banda autodenomina seu som como “Indie Folk Platino”. Em 2013 lançaram o single “Justificativa do Artista” e no mesmo ano o EP “Na Cancha”, com 4 músicas, incluindo a viciante “Ô, Vagabundo!”.

Com nome inspirado naquele cachorro vira-lata de pelo sujo e andarilho que vagueia por aí, o grupo resgata de forma original referências folclóricas da América do Sul, como a changa e as músicas tradicionais de torcida, criando um som animado, cativante e sonhador. Essa mistura de elementos tem feito a Cuscobayo rodar todo o Rio Grande do Sul com mais de 50 apresentações só em 2014, realizando shows em importantes festivais do estado, casas noturnas, bares, botecos e até mesmo nas ruas.




ENTRE EM CONTATO >> cuscobayo@gmail.com

Honey Bomb Records

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A Bit Beat Bite Bright lança clipe, single e nova versão de EP em diversas plataformas


Dando continuidade à serie de shows e lançamentos iniciada em 2014, a banda Bit Beat Bite Bright anuncia o lançamento oficial do single "Get What You Want" em áudio e também em videoclipe. Gravado durante o show de lançamento do primeiro EP da banda no Asteroid Bar, o clipe tem direção de Marcel Marques (Trópico) e registra também a participação da banda Justine Never Knew the Rules. O lançamento oficial aconteceu sexta-feira (9/1) simultaneamente pelo programa Rebento da rádio Fox Rock (87,9 fm) e também pelo site Música Pavê (musicapave.com).

"Get What You Want" foi composta pela Bit Beat Bite Bright em 2013 e integra o set da banda desde então. A música retrata com certa melancolia a persistência diária do ser humano na busca por um ideal.

Além do lançamento do single nas plataformas Youtube (youtube.com/bitbeatbitebright) e Soundcloud (soundcloud.com/bit-beat-bite-bright), a banda anuncia também o lançamento de uma nova edição do EP "Black Brown Blue Beige", em material físico (CD), agora com duas faixas bônus ao vivo, que estará disponível para compra em apresentações da banda.

Formada por Bruno Kalach (bateria), Iuri Griga (guitarra e vocal), João Vitor Bettuz (baixo) e Marcelo Shimbara (teclado), a Bit Beat Bite Bright acaba de sair de uma série de shows pelo estado de São Paulo.

Pra 2015, a banda já anuncia um inicio de ano bastante agitado, começando já na sexta feira passada (9/1), onde fez o show de lançamento do single "Get What You Want" no Sound, dividindo a noite com a Pivetes.






Sobre a Bit Beat Bite Bright

Com influências que vão de Jimi Hendrix a Interpol, de The Rolling Stones a Tame Impala, de Daft Punk a Albert Hammond Jr., a Bit Beat Bite Bright mescla riffs poderosos de guitarra com grooves dançantes e uma batida firme e por vezes até mesmo psicodélica. Variedade típica de uma banda sem preconceitos e que tenta se superar a cada novo trabalho.


Sobre o EP "Black Brown Blue Beige"

Intitulado Black Brown Blue Beige, o EP mostra as várias “cores” da banda em 4 faixas que vão desde músicas que marcaram a fundação da banda até faixas que despontaram durante jam sessions, registradas em performances ao vivo dos 3 integrantes. Gravadas e produzidas de forma independente sob o comando de Pêu Ribeiro (Banda INI). Apesar de não ser um registro definitivo, o álbum diz muito sobre as vertentes que norteiam a produção musical do trio, com composições que assumem olhares críticos, alegres, e por muitas vezes subversivos.


Agenda

09/01/2015 - Show BBBB + Pivetes @ Sound Bar (Sorocaba/SP), às 23h
10/01/2015 - Show BBBB toca Interpol @ Asteroid Bar (Sorocaba/SP), às 22h
11/01/2015 - Show BBBB @ Viva a Praça - Parque das Águas (Sorocaba/SP), às 17h
15/01/2015 - Show BBBB + Yugoslavos tocam Arctic Monkeys @ Asteroid Bar (Sorocaba/SP), às 22h
23/01/2015 - Show BBBB @ Sensorial Discos (São Paulo/SP), às 19h
04/02/2015 - Show BBBB @ Hangar 51 (Sorocaba/SP), às 20h

Links úteis 


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Arthur Azoubel - The Dream Fabric EP‏


Arthur Azoubel é baterista de formação há cerca de 15 anos, co-fundador da banda recifense Team.Radio, e músico de gigs noturnas. Em seu instrumento principal, já tocou ao lado de nomes da música pernambucana como Lula Côrtes & Má Companhia, Rodrigo Morcego Trio e Midnight Men Blues, porém, iniciou seus estudos e descobriu sua paixão pela música através do piano. A partir de 2007 começa a se aventurar pelos demais instrumentos, a exemplo do violão, da guitarra e dos teclados/sintetizadores.


Começou a compor músicas autorais em casa, com custos próprios e produção extremamente restrita. O estilo percorre desde Dream pop, Chill out, passando por experimental, instrumental, acústico e até possíveis trilhas sonoras. Não nutre intenções financeiras, em nenhum aspecto, da arte que produz, cria e divulga. A proposta é pura e simplesmente passional.

Ouça The Dream Fabric
Download AQUI